terça-feira, 29 de março de 2016

Centelha.

©Mariano Belmar

Instintivamente olho para o relógio. Estou no último lugar do mundo. Pergunto-me: quantas vezes pode um homem ir-se abaixo sem cair de vez?
Quem diz um homem diz uma mulher, quem diz no fim do mundo diz no fim da rua.

15 comentários:

  1. Não há limite, Impontual.
    A nossa capacidade de regeneração e reconstrução é (quase) infinita.

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    1. Quer queiramos quer não, há uma razão (lúcida ou menos lúcida) que sempre aparece a recordar-nos os limites.

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    2. Verdade, mas julgo também existir algo em muitos de nós que nos incentiva a ultrapassar os limites. E isto não significa que seja sempre positivo.

      Abraço, Impontual!

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  2. Todas as vezes menos uma, aquela última que não conseguiu.

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    1. Triste sina esta a de se ter de combater sempre. :)

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  3. Questões inerentes à (sua) lucidez, meu caro Impontual.

    Abraço

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    1. Lá está a razão ( lúcida ou não).

      Abraço, meu caro AC

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    1. Desistir é uma opção impropria para consumo. :)

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  5. Vezes sem conta. Alguns, para outros basta uma...

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  6. Enquanto viver, todas as vezes.

    Beijinho, Impontual :)

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  7. "Não sei que tempo duram as frésias
    a rendição de um corpo
    é sempre tão inesperada"

    JTM/ Campo dei fiori

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