terça-feira, 24 de maio de 2016

São Paulo.

De repente, sente-se aquele horror delicioso que os panoramas grandiosos nos despertam. Somos simultaneamente Deus e nada. Somos ao mesmo tempo o céu e o grão de areia. Depois vem aquele matraquear surdo, uma mudança de luz -, voltamos à terra. Né?

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