segunda-feira, 20 de junho de 2016

Apesar de tudo.

Ainda há quem consiga transformar, e isso é que é importante, a banalidade da sua vida de todos os dias numa coisa, se não extraordinária, pelo menos poética: alimentar expectativas.

13 comentários:

  1. E porque não? Sempre limpa a lama do marasmo da normalidade...

    :)

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    1. * a alma!

      (se bem que a lama tb não está mal...)

      :)

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    2. A lama estava no marasmo certo.
      O problema disto da expectativa é que comprime estômagos e por vezes, quase sempre, vem em comboios muito atrasados.

      :)

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  2. Eu tenho uma expectativa diária: acordar no dia seguinte. E as outras, prefiro não pôr a público. :)

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    1. Tem a certeza que deixa os sonhos na cama, Pseudo? :))

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    2. Tenho a certeza que não deixo, Impontual. Alguns até os realizo amiúde. São precisamente esses que não vêm a público, isto é, não são partilhados no meu tasco. :)

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  3. E depois jura a pés juntos que nunca o fez, os outros é que são impressionáveis.

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    1. Carla, estás a referir-te ao que não sabia cuidar corações, mas que ainda assim teimava em despertá-los?

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  4. Expectativas! Daquelas coisas que todos sabemos que não devemos alimentar mas que todos fazemos diariamente. Não será isso afinal o que nos faz manter esperanaças?

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  5. Impontual, pelo que leio nos comentários anteriores, a minha interpretação é bastante ao lado.
    Li o 'alimentar expectativas' para si próprio, na sequência de esforço transformador da banalidade dos dias, e não o fazê-lo em relação aos outros, num jogo sujo.
    Foi logo o que me ocorreu quando li de manhã e continuo com esse entendimento.

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    1. Fez a leitura correcta. As caixas de comentários, como sabe, derrapam muito. O que é bom, uma vez que confere outras roupagens ao tema.

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