quarta-feira, 1 de junho de 2016

Gueto

 ©Martin Munkácsi

A memória em certas circunstâncias, apresenta-se como a única forma de ternura. Chama-se então nostalgia. Há pessoas que não sabem o que fazer com ela. Nada deveria afectar mais uma pessoa do que ela mesma. O que uma pessoa tem realmente é o que está dentro de si. O de fora não deveria ter importância. Mas tem.

16 comentários:

  1. Tudo o que está fora condiciona o que está dentro!
    Se o que está dentro é condicionado por o que está fora, então o que está fora tem importância!

    :)

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    1. CN Gil, meu caro, também eu gosto de musica pesada mas melodiosa.
      Não sei se me valha dos poetas para dizer que acordo quase sempre para o lado de dentro e que, do lado de dentro, as coisas não têm nome...
      Do lado de fora só me safo porque ando sempre de um lado para o outro.

      :)

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  2. E como se sente fundo, a nostalgia.


    Beijos, Impontual :)

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    1. Maria, tem o habito de andar de um lado para o outro dentro de si? :)

      Abraço.

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    2. Vou à boleia desta resposta, Impontual, porque na realidade passo demasiado tempo em deambulações interiores. E lá está, a mim, as ditas provocam-me dor de cabeça. Mas não me refiro a nostalgias, sou pouco saudosista. :)

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    3. Querida Ava+Pain, pois a mim o que me safa é, no lado de fora, andar sempre de um lado para o outro. .)

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  3. Eu afecto-me em limites para lá do aconselhável. :)

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  4. Não somos uma ilha isolada, vivemos em comunidade. E depois somos seres humanos. O coração ainda nos move mais do que a razão.
    Bela publicação e bela imagem.
    Fica um abraço ;)

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    1. De acordo, Sandra Louçano. Não somos uma ilha isolada. Há sempre saída.
      Abraço

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  5. Não sei gerir a nostalgia. tenho dias que é hiperbólica.
    Boa noite, Impontual.

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    1. Esse exagero não é um exagero, Mia? :)

      Abraço

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  6. A nostalgia faz nos esquecer o hoje. :)

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  7. e o de dentro já nos dá tanto que fazer :)

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