quinta-feira, 14 de julho de 2016

Deixem o Éder ir de férias descansado.

Discordo em absoluto desta imortalidade que se quer, à força, dar às coisas e às pessoas em todas as suas formas. O fim é requisito de qualquer existência. Da nossa existência, que é fugaz por definição e por necessidade. As coisas que realmente valem a pena terminam. A sua finitude é condição fundamental da sua importância e... da sua beleza.

5 comentários:

  1. Segundo o "Silmarilion" o homem foi criado mortal por Iluvatar precisamente porque viu que os Elfos não viviam com a intensidade que ele esperava...
    ...precisamente porque tinham todo o tempo que a imortalidade lhes conferia...

    Na volta o Tolkien tinha razão...

    :)

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    1. Na vida real, a chama imperecível não existe. E a imortalidade é coisa fugaz de curtíssima duração.Por muito que as TVs e os Correios da Manhã desta vida queiram, por conveniência própria, contrariar.
      :)

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  2. Mas que visão genial e tão assertiva.
    Tens toda a razão, Impontual, tens toda a razão!

    Abraço

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