terça-feira, 9 de agosto de 2016

Paranóia.

©Salvador Dali, 1944

O destino tem sempre uma singular preferência pela repetição. Não sei se é o destino ou a natureza. A nossa natureza. Mas deve ser por aí que se explica a curiosa persistência no ontem: o passado volta sempre como presente. Quantas e quantas vezes como futuro. Que tristeza!

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