quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Celebração


Hoje ainda importa comemorar, com virtuosismo, a memória e a fidelidade, a resistência e a música como alternativas à mentira e à escuridão, percebendo-se que a liberdade nunca será o paraíso perdido em que, por vezes, neste tempo novo, ainda nos querem fazer acreditar.

10 comentários:

  1. "Anda alguém
    Pela noite de breu à procura
    e não há quem lhe queira valer"

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    1. Vejam bem
      daquele homem a fraca figura
      desbravando os caminhos do pão

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    2. E se houver
      Uma praça de gente madura
      Ninguém vem
      Ninguém vem levantá-lo do chão

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  2. Por norma, não gosto de assinalar, celebrar ou homenagear, de forma especial, na data da morte.
    Lembrar o Zeca, o homem e a obra. Faço-o muito e gosto que o tenhas trazido aqui.
    Bom dia, Impontual

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    1. Eu não vim celebrar a data da morte, mas sim a memória e fidelidade, a resistência e a musica.

      Abraço, Isabel.

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    2. Entendi isso, claro. Caso contrário, não tinha vindo aqui.
      Apenas manifestei que não tenho especial apetência para o fazer na data da morte. É só um sentir.
      Abraço

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  3. A memória. A fidelidade. A resistência. A música.
    Assim, também;

    https://www.youtube.com/watch?v=88eRAl1Sl-0

    Bom dia, Impontual.

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    1. «Seja bem vindo quem vier por bem»

      Bom dia, Té.

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  4. Do Zeca eu lembro-me quase sempre.

    tarde boa, Impontual.

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    1. É basicamente um efeito motor.:)

      Boa tarde, Laura.

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