quinta-feira, 15 de março de 2018

Da noite em que eu dormi com a Sylvia Plath

Perturbado, incerto, inquiridor não cesso de respirar, de tirar proveito de uma presença fulgurante, de um corpo que se move a meu lado, como se ali estivesse o quotidiano de ambos, caminhar juntos nos bastidores das horas perdidas antes de nos enfiarmos nos de uma cidade, debaixo de uma campânula de vidro... debaixo de uma bátega.

6 comentários:

  1. Fértil imaginação dentro da arte de bem escrever.
    Abraço

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  2. Sô Impontual, tem dias que o senhor muda a cor ao meu dia. Juro que não é verde raiva é mais um rosa pálido de admiração, por quem sabe usar a pena desta maneira.

    Um bom dia para si

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  3. «Factício, artificial, postiço.
    Por esse andar não vais a lado nenhum.
    Não dormia há vinte e uma noites.
    Pensava que a melhor coisa do mundo devia ser a sombra, os milhões de formas de sombras em movimento. Sombras que são becos sem saída.»

    é um livro de vidro. perfeito para quebrar.

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  4. E dormiu muito bem acompanhado, Impontual.

    Porque será que as mulheres mais belas, cultas, inteligentes, partem de livre vontade, abandonam a luta, no esplendor da sua idade?

    Fique bem, I.

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  5. Aiaiaiaiaaiaiiiiiii.. fui avisado que a Gisele de ontem era uma tempestade em Portugal...
    E como eu agora não entendi nada...será a Sylvia Plath uma tempestade de granizo????

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  6. Entrou na "campânula de vidro" pela mão de Victoria Lucas?. . . O mundo tende a ter mais pessoas do que na realidade tem! :)
    Boas leituras, Impontual. Bom fim-de-semana.

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