terça-feira, 17 de abril de 2018

Falso alarme?

Desde a bactéria à reprodução sexuada o vivente não cessou de se diversificar, de se adaptar, reagiu ao granizo, à geada, ao diluvio, inventou códigos para comunicar, barcos e outros meios para viajar, pilhou a natureza, oprimiu os animais até os reduzir à escravidão em massa nos recintos onde os cria em série, inventou imagens que num ápice correm o mundo, os satélites, conquistou as florestas, os oceanos sem jamais conseguir ficar em paz com o seu desejo. A guerra estará no seu coração até aos confins do tempos.
Haja instrumentos. Porque antagonistas nunca faltarão, com certeza.

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