Há um odor a vida nova, insistente, a libertar-se da sua pele, o cabelo a ondular como uma anémona-do-mar, o desejo a formar-se a partir do nada, do ar. Da mente, prisioneira de todos os anseios, há uma luz a projectar-se e as sombras crescendo em seu redor, tremeluzentes, fugidias, abraçando o agora e o nunca, cristalizando todas as células na incerteza se resistirá ao choque da noite morna e escura a dar lugar à luz branca da manhã fria. No espelho, uma ausência que se pronuncia.
A ausência é uma constante, na constância da Constança.
ResponderEliminarO pronuncio da esperança, permanece constante na palma da mão...
Bom Domingo Impontual :)
E uma ausência... também acabará por ser uma forma de presença... a marcar o início de uma vida nova...
ResponderEliminarBjs
Ana