quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Cada um de nós é o amor da vida de alguém

Mas... quem é afinal o artífice desse andaime periclitante? Quem montou as travessas e os parafusos, as polias e as pranchas sobre as quais dançamos, como cegos às apalpadelas, persuadidos de que somos livres e conquistadores?

39 comentários:

  1. O amor DA vida de alguém, deverá ser apenas por nós mesmos, para que depois consigamos ser o amor NA vida de alguém.

    Digo eu, porque assim penso

    Boa tarde Sô Impontual

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    1. Isso assim, noname, é quase uma questão de DNA. :)

      Boa tarde, como vai?

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    2. Parece que sim, há quem defenda que que o amor, tal como a maldade, estão por lá em maior ou menor quantidade.

      Estou bem, grata :-)

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    3. A maldade só tem uma molécula. :)

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    4. Ahahahahah.

      Mas deve ser muito grande, às vezes :-)

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  2. Pode chamar-lhe o que quiser, o Diabo, Deus, o dono do Universo ou simplesmente o vazio. A culpa também pode ser de "quem cá anda". Tão simples quanto isso
    :)

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    1. Não quero acreditar nessa correlação tão próxima entre o sadismo e o masoquismo. :)

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  3. Kkk Apenas acredito no amor que tenho por mim própria :))~
    Hoje:- Amanhecer inquietado
    -
    Bjos
    Votos de uma Feliz Quinta-Feira.

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    1. Larissa, tem de tratar dessa inquietação, desse repúdio da ilusão. :)

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  4. humm... isso a mim parece-me publicidade para lá de enganosa... e pior, não há onde, ou a quem, reclamar.

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    1. Querida Olvido, não insista nisso de não haver mulheres como aquela que a Olvido queria ser. Está bem?

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    2. Porque também não tem onde reclamar da minha insistência, será?
      Ou porque conhece alguma e eu não? ;)))

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  5. Nós mesmos. Se não fomos nós, então não existe livre arbítrio! A questão é se queremos assumir a responsabilidade por ter montado o andaime ou não...

    Já eu, que não acredito muito no livre arbítrio e acho a liberdade uma falsa utopia (como todas o são), ainda assim não descarto a minha quota parte de responsabilidade pela montagem do andaime...

    :)

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    1. A maioria acredita que escolhemos o nosso caminho. Por outro lado, e porque não quer assumir a sua quota de responsabilidade na construção do andaime, quer-se fazer acreditar numa combinação de destino e livre-arbítrio. Culpando o destino sempre que as coisas não correm...

      .)

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  6. Ah, Impontual...encheu-me a alma. Também acredito que sim.
    Pode é acontecer esse que 'alguém' ainda não tenha cruzado o nosso caminho...ou cruzou e não nos viu. Numa qualquer encruzilhada da vida, cada um escolheu um caminho diferente. O resto, é subjacente...Se o andaime cair, cai tudo, caem ambos! Acreditando nisso, sou feliz. E não é isso que importa?... :)

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    1. * pode acontecer que esse alguém...assim é que é!! :)

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    2. É isso que importa, Janita. Como pode ser alegre o tempo da espera! :)

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    3. Imensamente alegre, Impontual. Sobretudo se ocuparmos o tempo a fazer coisas de que gostamos e que requerem, igualmente, a nossa entrega e paixão. :)

      Boa noite, Impontual.

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  7. Hmm... Impontual, não sei se acredito nisso. Parece-me daquelas ilusões largamente difundidas que nos acalentam o espírito em noites frias. É como a cenoura à frente do burro, serve de motivação para andar para a frente, mesmo que ela nunca seja apanhada.

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    1. Às vezes ponho-me a pensar o quão fácil há-de ser ser feliz nos relvados do Buggarten. :)

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    2. Lá está, outro mito urbano! :D (e atenção que eu já ultrapassei o preconceito de ir sentar para o relvado ler um livro e não me sentir uma vagabunda sem-abrigo).

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  8. O Amor, esse afeto não é terreno, meu caro.
    Tudo o resto é mito e manobras de diversão.

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    1. Maria flor,
      Está a dizer-me que o amor é terreno que não se pisa?

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    2. Quero dizer que esse Terreno é indevidamente pisado e não bem fertilizado e cuidado.
      O Amor assim como a Terra providencia sempre na mesma medida.

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  9. eu acho que somos nós que fazemos essa construção...palpita-me...

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    1. ana, não quer desenvolver esse "palpite"?

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    2. é o karma, Impontual. basicamente...

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  10. O amor da nossa vida deveria ser nós mesmos embora, para mim, há dias em que é um amor (muito) difícil.
    Quanto a sermos livres não sigo muito essa cataquese - decidimos antes de ganharmos consciência da decisão. O resto é acaso, aleatoriedade.
    Não deixa de ser maravilhoso, por vezes.
    Boa noite, Impontual. Um abraço.

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    1. Não sei se partilho desse caos aleatório, Anouk. :)

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  11. Muito interessante este post.

    Arthur Claro
    http://www.seminudez.blogspot.com

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  12. Muito bom, mas fiquei a pensar, loool

    Beijos- Boa noite

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    1. Obrigado, Cidália.
      Temos muito essa mania - a de ficar a pensar.
      É um acto muito individual. :)

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  13. talvez sejamos nós que no dia a dia, nos contacto visual e falado, fazemos com que estejamos no coração de alguém.
    .
    * Casado/a há 10 anos... Outra pessoa na sua cama. Aceitaria? *
    .
    Deixando cumprimentos Sensuais.

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    1. Há-de ser bem gratificante essa sensação de que se colabora na construção do amor.

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  14. às vezes acho que foi o Chico Buarque que depois de erguer os andaimes

    'Subiu a construção como se fosse máquina
    Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
    Tijolo com tijolo num desenho mágico
    Seus olhos embotados de cimento e lágrima
    (...)

    Deus lhe pague. Deus lhe pague.'

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  15. De que vale ser o Amor da vida de alguém...se depois esse alguém não é o Amor da nossa vida?!

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